domingo, 14 de agosto de 2011

Peru – Parte 3

 

De Cuzco pegamos o trem para Puno. O trem foi uma experiência magnífica, como é um trem de primeira classe (e por isso meio caro) são poucas as pessoas que fazem essa viagem, só haviam dois vagões de passageiros no dia que fomos. É caro mas vale cada centavo. A viagem é excelente, luxuosa e com paisagens magnificas. O vagão do restaurante tem uma área aberta muito gostosa.

A cidade de Puno não tem nada interessante, as pessoas só vão lá por causa do Lago Titicaca. Minha programação era fazer as ilhas de Uros, Taquile e Amantaní num dia e a Ilha do Sol no outro. Isso não deu muito certo…. aparentemente não dá para fazer Uros, Taquile e Amantaní num dia só (o barco vai muuuuito devagar e não dá tempo). Pegamos então um tour para Uros e Taquile. Uros (foto abaixo) é uma experiência única (e pode ser feito num tour de meio dia, que vale mais a pena do que o tour que fiz para Uros e Taquile). As ilhas de Uros são ilhas artificiais sobre as águas, feitas à base de totoras (planta aquatica) e é necessário um constante trabalho de manutenção para assegurar a flutuabilidade das ilhotas onde os residentes pescam, caçam pássaros e exploram o turismo. Foi a única coisa que eu realmente gostei no lago Titicaca. Do ponto de vista da engenharia são simplesmente sensacionais, além de serem de uma beleza impar. Mas acredito que hoje em dia só existam por causa dos turistas, os moradores das ilhas vivem basicamente só para o turismo.

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De uros seguimos para Taquile, são 2h e meia de viagems de barco até lá. Chegando lá você sobe uma escadaria (que não é muito grande, mas por causa da altitude é bem difícil de subir – eu senti como se meus pulmões estivessem pegando fogo), chegando lá se tem uma vista bonita do lago, você almoça numa casa/restaurante de algum nativo e volta para Puno. Sinceramente não vale a pena viajar mais de 5 horas para isso. Mas eu tenho que admitir que a truta que comi lá estava absolutamente fantastica, um dos peixes mais saborosos que já comi.

No dia seguinte eu tinha programado ir para a Ilha do sol, mas descobri que ia ser bem difícil ir e voltar no mesmo dia, então acabei desistindo. Rodamos um pouco pela cidade (sem nenhum atrativo) e depois pegamos um tour para Sillustani, gostei bastante de lá. Sillustani é uma necrópole pre-Inca que se encontra às margens da laguna de Umayo. As chullpas (torres de pedra) funcionam como grandes sarcófagos.

Conheci uma peruana que estava viajando pela primeira vez pelo país, ela resumiu bem o que eu senti ao visitar lago titicaca: “É a primeira e última vez que venho aqui”. Sinceramente, eu sempre ouvi falar tanto do lago titicaca que achei que seria algo imperdível. Se eu soubesse que era só aquilo eu teria ido para Huarez ou Nazca, ao invés de ir pra lá (infelizmente não tive tempo de visitar todos os lugares que queria na viagem).

De Puno pegamos um ônibus para Chivay onde encontramos com o grupo que iamos usar para conhecer o Canyon del Colca. Foi ótimo, vale muito a pena dar uma passada lá. Os condores não não chegam muito perto, mas é um espetáculo iassistir o vôo deles no Canyon, o melhor lugar para ver isso é no Mirador del Condor, mas ele tende a ficar lotado de turistas, mas tem muitos lugares menos concorridos de onde se pode ver os condores.

Ouvi muitas pessoas dizendo que muitas vezes os condores não aparecem, mas tivemos sorte no dia que fomos, vimos vários condores… mas você tem que ter paciência e esperar, eles aparecem e depois ficam de 15 a 20 minutos sem aparecer… ficamos lá por algumas horas e valeu muito a pena. Também paramos em miradores para apreciar melhor o Canyon.

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De lá seguimos para Arequipa, que na minha opnião foi a cidade mais bonita que visitamos, é impressionante e maravilhosa…é uma pena que eu não sabia disso quando planejei a viagem, tivemos menos de um dia para visitar a cidade.

O Monastério é absolutamente M.A.R.A.V.I.L.H.O.S.O.

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A praça de armas de Arequipa é definitivamente a mais lindas de todo o Peru.

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Bem, minha viagem acabou por aqui… só tenho mais algumas observações para fazer…

Como todo turista eu esperava ver Llamas, mas eu não sabia que haviam tantas variedades. Eles têm três variedades básicas lá: a Llama, a Alpaca e a Vicuña. Abaixo temos uma llhama e mais abaixo algumas alpacas (minhas fotos das vicunãs não ficaram muito boas). As llamas são usadas para cargas, as alpacas para lã e carne (que por sinal é bem saborosa) e as vicuñas são selvagens.

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A carne de Alpaca é bem saborosa, você encontra ela em todo lugar, achei ela mais popular lá do que a carne de boi.

A folha de coca é bem popular lá, você encontra em qualquer lugar que vá. Não deixe de experimentar o chá de coca, não gosto de chá e adorei ele, tomava pelo menos uma vez por dia… Mas prefira o que é feito com a folha ao que vem naqueles saquinhos de chá, é muito mais gostoso com a folha no copo.

sábado, 13 de agosto de 2011

Peru – Parte 2

 

Pegamos o trem para Machu Picchu em Ollantaytambo, os trens saem de lá com mais frequência do que de cuzco, são um pouco mais baratos e é mais fácil de achar bilhetes da estação de Ollantaytambo do que da estação de Cuzco. O trem deve ser reservado com bastante antecedência, um mês antes da minha viagem as passagens mais baratas já tinham se esgotado.

Vale a pena ressaltar que existem vagões para peruanos e vagões para turistas. Pela internet só estão à venda passagens nos vagões para turistas. Os peruanos podem comprar passagens bem mais baratas do que as nossas nas estações, não aconselho ninguém a tentar comprar a passagem do vagão peruano pois eles fazem controle de identidade para ter certeza que nenhum turista tentando dar uma de esperto pediu para um peruano comprar a passagem para ele.

Separei dois dias para visitar Machu Picchu. A maioria das pessoas diz que basta um dia para visitar Machu Picchu, a maioria dos turistas saem de cuzco cedo pela manhã, chegam a Machu Picchu Pueblo pelas 9 da manhã e lá pelas 3 dá tarde já estão voltando. É assim que a maioria dos tours opera. Tenho uma palavra para esses turistas: TROXAS.

É fisicamente impossível visitar Machu Picchu toda em um dia. Tudo que dá pra fazer nesses tours é visitar a parte baixa e tirar algumas fotos para dizer que esteve ali. Eu já sabia que precisaria de mais tempo para visitar MP, por isso reservei um dia e meio para isso (o ideal é 2 dias, mas os preços das passagens e o tempo que eu tinha não permitiram).

Chegamos em MP Pueblo meia noite, no dia seguinte pegamos o ônibus e subimos até as ruinas de MP. Vi algumas pessoas subindo a pé, mas não achei que valesse a pena chegar lá exauta, já que tem muita caminhada para fazer por lá mesmo. Minha programação era a seguinte, passar o primeiro dia passeando pela cidadela e arredores e no dia seguinte escalar o Huayna Picchu pela manhã e pegar o trem de volta para Ollantaytambo meio dia (eu queria pegar o trem das 3 ou 4 para ter um pouco mais de tempo, mas estava muito caro).

Assim que chegamos nas ruinas tiramos a foto que todo mundo tira de MP ( tenho que ressaltar que a quantidade de turistas tirando foto naquele ponto era grande) e seguimos para o lado que tinha menos turistas, pois essa é sempre a melhor opção. A cidadela estava cheia, por isso resolvi esperar para ver pela tarde quando a maioria das pessoas já teriam saido para pegar o trem de volta para Cuzco. Seguimos um caminho que nos levou a Inti Punku (fotos abaixo).

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Inti Punku e Huayna Picchu são dois pontos de observação de MP em lados opostos, a diferença é que a trilha de Inti Punku não é de dar medo como a de Huayna Picchu.

Depois de um bom tempo caminhando chegamos a umas ruinas que pensei serem Inti Punku, me joguei no chão dando graças a deus de termos chegado... Ficamos um tempo sentadas alí apreciando a vista que tinhamos de Machu Picchu e percebi que ainda não haviamos chegado a Inti Punku (ainda não estavamos nem na metade). Levantamos e continuamos na trilha, já estava achando que não chegariamos nunca quando logo antes de uma curva encontramos alguém voltando (essa trilha é bem vazia, não se encontra muita gente pelo caminho) que nos deu a boa notícia que Inti Punku estava logo depois da curva…

Para terem uma noção do tanto que andamos dêem uma olhada nas duas fotos que tiramos lá em Inti Punku (acima e abaixo), dá para ver MP pequenininho depois da estrada em zigue-zague. Inti Punku é por onde o pessoal que faz a trilha Inka chega em Machu Picchu. Como não tive coragem de fazer a trilha me satisfiz com a mesma visão que eles tem quando chegam em MP.

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Comi um sanduiche que levei na mochila lá em cima mesmo (é importante levar comida e bebida, o único lugar para comer lá fica antes da entrada, você tem que sair, comer e voltar o que é uma grande perda de tempo na minha opinião).

Depois decemos e fomos ver as ruinas de MP de perto, por volta de 1h já estava bem mais vazio e 3h já não tinha quase ninguém, quando saimos 5:30h (que é o horário do último ônibus), já não tinha mais ninguém, os ultimos sairam junto com a gente.

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Eles deixam algumas Llamas pastando por MP para agradar os turistas.

No final do dia eu passei pelo funcionário que controla a entrada para Huayna Picchu (a entrada é controlada, só cerca de 400 pessoas por dia podem subir), fui perguntar qual o procedimento para subir no dia seguinte como havia planejado, e ele me deu uma má noticia: Eu não poderia subir… Os guias de viagens que li e os muitos sites que pesquisei na internet diziam a mesma coisa… para subir o Huayna Picchu, basta chegar cedo e entrar na fila. O funcionário lá me informou outra coisa, ele disse que para subir o Huayna Picchu é preciso fazer uma reserva e com muita antecedência. Eu me revoltei, passei a viagem e os dias que a precederam sonhando em subir a montanha, e aí descubro que não ia poder subir…

No ônibus de volta, conversando com um outro grupo, descobri que não era a única, varias pessoas tiveram a mesma informação que eu, que bastava chegar cedo e entrar na fila, e assim como eu todos eles ficaram sem subir. Fiquei tão chateada que nem voltei nas ruinas no dia seguinte, levantei mais tarde e fui dar uma volta na vila e na feira de artesanato (de todos os lugares que fui é definitivamente a maior feira de todas).

Uma dica para quem vai para MP é comprar o ingresso pela internet com antecedência. Ele custa 126 soles pela internet ou 140 soles para comprar em Machu Picchu Pueblo (e eles não aceitam cartão, então leve dinheiro). Não é vendido nas ruinas, tem que ser comprados antes de subir. Além do ticket quem não quiser subir a pé tem que pegar o ônibus que custa 15,50 dólares (ida e volta) e não 9 como está no guia. Recomendo reservar com antecedência pois encontrei alguns turistas que não conseguiram comprar o ticket de Machu Picchu.

Nossa próxima parada foi Cuzco… Primeiro resolvemos visitar as ruinas ao redor da cidade, fomos a Sacsayhuamán, Qenqo, Pukapukara e Tambomachay.

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Depois fomos a área de San Blas, que é bem interessante. Tem um Museo del Coca lá com uma lojinha bem interessante, todos os produtos feitos com a folha de coca, com tudo que você possa imaginar (cerveja, bala, sabonete, shampoo, chocolate, biscoito, etc), é uma boa e engraçada lembrança para levar para os amigos (não se preocupe, esses produtos processados podem ser levados para outros países, só não dá para levar folhas e a farinha). Nos próximos dias ficamos andando por Cuzco e visitando algumas cidades ali por perto.

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Usando cuzco como base fomos para Moray e as Salineiras, e para Chinchero. Todos valem a pena visitar.

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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Peru – Parte 1

 

Esse ano, depois de muito tempo sem tirar férias, resolvi que iria viajar de qualquer jeito e o destino escolhido foi: PERU

Logo que decidi por esse destino me preocupei com a altitude, afinal falam tanto sobre o mal da altitude que atinge boa parte dos turistas que fiquei morrendo de medo de passar mal na viagem. Depois de muito pesquisar encontrei algumas dicas e resolvi seguir. Para aqueles que planejam visitar o Peru eu passo as mesmas recomendações.

1) Organize sua viagem para diminuir o impacto. Como moro em uma cidade que está ao nível do mar começei por Lima, depois fui para o Vale Sagrado e Machu Picchu, depois para Cuzco, em seguida para Puno e depois para Arequipa.

2) Me recomendaram alguns remédios naturais como o Gengibre, o Ginko. Eu comprei no Mundo Verde o e começei a tomar alguns dias antes da viagem  

Começamos nossa viagem em Lima, é uma cidade muito bonita…

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Depois pegamos um avião para Cuzco e quando chegamos seguimos direto para o Vale Sagrado. Quando pousamos em Cuzco, assim que saí do avião senti logo o impacto da altitude, foi como se um peso tivesse sido jogado em cima de mim, fiquei um pouco tonta mas passou uns 15 minutos depois. No Vale Sagrado ficamos em Ollantaytambo, e tenho que dizer que depois de visitar Urubamba e Pisac (as outras duas cidades do Vale Sagrado onde os turistas normalmente ficam) tive a certeza que escolhemos o lugar certo.

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Ollantaytambo é uma pacata vila, menor que Urubamba e Pisac, e talvez por causa disso é muito charmosa. Como se a vila em si não fosse boa o suficiente a visão das ruinas que praticamente cercam a cidade (e podem ser vistas de qualquer lugar) dá mais charme ainda. Urubamba sinceramente é uma cidade feia, a única coisa que essa cidade tem a oferecer é que como é a maior cidade da região tem mais comodidades. Pisac também é uma boa opção, mas Ollantaytambo é muuuito melhor.

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Uma dica para quem vai para Ollantaytambo é visitar as ruinas principais pela manhã, à tarde a pequena cidade lota de turistas vindos de Cuzco e você tem que ver as ruinas em fila indiana. Pela manhã é bem tranquilo, os grupos só começam a chegar de meio dia em diante.

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Os ingressos custam 70 soles (parcial) e 130 soles (inteiro). O Parcial dá direito a visitar Ollantaytambo, Moray, Pisac e Chinchero. O Inteiro dá direito a visitar Ollantaytambo, Moray, Pisac, Chinchero, Centro Qosqo de Arte Nativo, Monumento Pachacuteq, Museo de Arte Popular, Museo Histórico Regional, Museo Municipal de Arte Contemporaneo, Museo de Sitio de Qoricancha, Pikillacta, Tipon, Saqsayhuaman, Qenqo, Pukapukara e Tambomachay. Uma dica é não comprar o bilhete turistico em Ollantaytambo, é engraçado mas quando você compra o bilhete em Ollantaytambo o parcial vale por 2 dias e o inteiro por 5 dias, mas se você compra em Cuzco o parcial vale só por 1 dia e o inteiro por 10 dias. Então o melhor é comprar o inteiro em Cuzco.

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Uma coisa que poucos fazem é subir a Aracama Ayllu, montanha com algumas ruinas (foto abaixo) em frente as ruinas principais de Ollantaytambo.  Podem ser visitada (e de graça), mas poucos vão pois (graças a deus) os guias não levam os turistas até lá. A subida não é para todos, não é muito difícil mas tem alguns trechos ruins (e eu não recomendo pra quem tem medo de altura). Sinceramente gostei mais das construções de Aracama Ayllu do que da fortaleza principal, vale muito a pena ir até lá, a vista é incrivel! Chamam as ruinas de Pincuylluna e recomendo ir à todas as três estruturas principais (caso vá leve bastante agua pois é uma subida cansativa, especialmente embaixo do sol forte do meio dia).

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As ruinas de Pisac foram, depois de Machu Picchu, as melhores ruinas que visitei. O ideal é se programar para passar o dia todo lá, mas não vá com grupos, eles só visitam as ruinas perto da estrada, existem várias outras por lá. Mas essa é uma recomendação apenas para aqueles dispostos (e preparados) a fazer uma boa e bela caminhada (caso tenha medo de altura não recomendo, vários trechos beiram precipicios e a trilha é bem estreita). Existe a possibilidade de subir a pé, mas eu sinceramente não recomendo, o ideal é subir de carro e descer a montanha a pé (se bem que até descendo tem muita subida). É preciso um alto nível de preparo físico para subir a montanha (e leva cerca de 3 horas – ou mais). O ideal é que pegue um transporte até o topo (até as ruinas perto da estrada), são tantos os visitantes ali que é difícil chegar perto das ruinas de carro por causa da quantidade de veículos estacionados.

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Depois de visitar essas ruinas mais “populares”, atravesse o portão de entrada de Pisac e siga o caminho, não tem como errar. Foi uma das trilhas mais bonitas que já fiz.image

As ruinas que vai encontrar pelo caminho são de tirar o fôlego.

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Ver a cidade lá embaixo tão pequenininha também dá bastante ânimo. A trilha acaba na praça principal onde tem o mercado de artesanato e alguns restaurantes.

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